Jardim diz que “a escolha é entre Autonomia e colonialismo de Lisboa”, Prada pede “união rumo à vitória”

PSD comicio Barcelos Jardim
“Aquilo que pretendem os procuradores do venerando António Costa é criar pobreza para dominar a Madeira”, “avisa” Jardim.
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José Prada pede mobilização rumo à vitória e uma maioria a 22 de setembro.

Foi no palco do Pico dos Barcelos, num comício dos “antigos”, que Alberto João Jardim regressou à política ativa para ajudar à mobilização num momento nuclear, para o partido e para a Região. Subiu, falou e avisou os madeirenses e porto-santenses que “o que está em jogo nas Eleições Regionais de 22 de setembro é a escolha entre a Autonomia e o colonialismo imposto por Lisboa”.

“O que está em jogo é escolher entre a Autonomia e o colonialismo. O que está em jogo é escolher entre uma política de desenvolvimento que fizemos durante 40 anos, que criou um grande classe média na Madeira, quando antes ela não existia, que criou empregos, e do outro lado um modelo de domínio de sociedade que eles nos querem impor: é subsídios, é esmolas”, alertou o presidente Honorário do PSD/M, em declarações que estão mencionadas numa nota do gabinete de comunicação do partido.

Por isso, sublinhou, “se durante 40 anos resistimos a Lisboa, agora é altura de continuarmos a resistir” porque “aquilo que pretendem os procuradores do venerando António Costa é criar pobreza para dominar a Madeira” o que significa a “perda da liberdade.”

Jardim enalteceu as conquistas da governação de Miguel Albuquerque nos últimos quatro anos, exemplificando com o crescimento económico, a criação de 18 mil postos de trabalho e a diminuição do desemprego abaixo dos 7%, um dos níveis mais baixos a nível europeu.

Acima de tudo, disse, houve estabilidade política, laboral e social, o que permitiu desenvolvimento, trabalho, paz e liberdade, graças à governação de Miguel Albuquerque, enquanto no Continente houve greves e indisciplina.

Já o secretário geral do PSD-M, José Prada, apelou à “união e mobilização de todos os militantes rumo à vitória nas próximas Eleições Regionais”, realçando a importância do seu partido ganhar a 22 de setembro, com maioria, “em nome do futuro, da estabilidade e do que é melhor para a Madeira e o Porto Santo”. Uma vitória que, disse, será sempre, em primeiro lugar, a vitória da Autonomia, do trabalho e do povo Madeirense e Porto-Santense. “Da Autonomia que o PSD/Madeira sempre defendeu e defende e que não estamos dispostos a vender a Lisboa”, disse.
Regionais 2019

Referindo-se à lista social-democrata como “a melhor de todas e a única que garante a defesa dos interesses dos madeirenses e porto-santenses, no futuro Parlamento regional”.
Dirigiu-se, também, a Miguel Albuquerque e a Alberto João Jardim, “os dois grandes homens que lutaram, ao longo destes 43 anos, pela Madeira e pela Autonomia”.


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