Dragoeiro é “dormitório” e “depósito” no Jardim do Campo da Barca, erva seca e lixo junto ao parque dos “preços escandalosos”

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Dragoeiro no Campo da Barca. Imagens Raimundo Quintal

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Erva seca e lixo junto ao parque de estacionamento do Hospital Dr. Nélio Mendonça. Foto Raimundo Quintal

O investigador Raimundo Quintal, defensor de questões ligadas à área ambiental e de situações suscetíveis de serem alvo de alerta na cidade, veio a público, na sua página da rede social Facebook, denunciar duas realidades que, em sua opinião, merecem a atenção por parte das entidades públicas. Uma delas tem a ver com um dragoeiro no Jardim do Campo da Barca, outra com um espaço junto ao estacionamento do Hospital Dr. Néllio Mendonça.

Segundo Raimundo Quintal, “o Dragoeiro (Draceana draco subsp. draco) do Jardim do Campo da Barca, que devia estar classificado como ÁRVORE DE INTERESSE PÚBLICO REGIONAL pela sua idade e monumentalidade, está a ser usado como dormitório e depósito dos pertences de pessoas sem abrigo”.

Escreve que “à Câmara do Funchal, que fez muita publicidade quando instalou os cacifos para os sem-abrigo no mesmo jardim, e à Secretaria Regional dos Assuntos Sociais, autopromovida campeã nacional no apoio aos desvalidos, sugiro uma maior cooperação com o objetivo de curar esta e muitas outras chagas que maculam a sociedade e a paisagem da capital da Região Autónoma da Madeira, que está gastando muitos milhares de euros nos festejos comemorativos dos 600 anos da chegada dos primeiros povoadores”.

Outra realidade tem a ver com a existência de erva seca e lixo à entrada do parque de estacionamento do Hospital Dr. Nélio Mendonça, um parque que, como se sabe, tem preços elevados. Diz Raimundo Quintal que “oda a gente sabe que os preços no parque de estacionamento anexo ao Hospital Central do Funchal são escandalosos. Acresce que o lixo e as ervas secas dão as boas vindas a quem não tem outra alternativa para parquear o carro. Como parece não haver entidade capaz de obrigar a baixar os preços, pelo menos que sejam capazes de impor o arranjo do canteiro à entrada. Com plantas vivas e flores a dor da exploração será menor”.