Se não forem respeitados os serviços mínimos Governo admite exercer a “autoridade democrática”, garante António Costa

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António Costa diz que o Governo fará o que for necessário para responder em qualqur cenário da greve dos motoristas de matérias perigosas.

A greve dos motoristas de matérias perigosas já está a ter efeitos mesmo antes de começar, estando agendada para a próxima segunda-feira, curiosamente o dia em que está prevista uma redução de 4 cêntimos nos combustíveis, na mudança de preços habitualmente feita às segundas feiras,

A “corrida” aos postos de comubstível já se faz sentir com intensidade por todo o País, sendo que apesar da rede de postos de emergência contemplar a Madeira, esta greve não se fará sentir aqui em virtude de se verificar a existência de um contrato até 2020.

Hoje, o primeiro ministro disse ao País que “tudo está previsto para que, se não forem respeitados os serviços mínimos, o Estado tenha condições para assegurar a autoridade democrática e o cumprimento da lei”, deixando ainda uma esperança que o conflito possa ser resolvido por forma evitar a paralisação.

“Um governo responsável tem de se preparar para o pior”, disse Costa, que hoje reuniu-se com o seu governo.

Recorde-se que Portugal já está, desde as 23.59 de ontem em situação de crise energética, decretada pelo Governo até às 23.59 h do dia 21 de agosto. A greve está anunciada para segunda-feira, por tempo indeterminado.


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