No Chão da Lagoa cantou-se “Madeira Livre” e “maioria”

“Madeira Livre, olé, olé” e “maioria, olé, olé” foram dois dos jingles que intercalaram com os discursos políticos desta tarde, no Chão da Lagoa.

Na intervenção da praxe, o presidente do PSD-Madeira, Miguel Albuquerque falou das promessas cumpridas, diabolizou uma eventual “geringonça” na Madeira e agradeceu a presença de Alberto João Jardim.

Miguel Albuquerque rejeitou a proposta “manhosa” de António Costa de criação de um Conselho de Concertação das Autonomias porque os órgãos de Governo próprios já existem. “Era o que faltava!”, disse.

Entre um “glorioso PSD” musical, o presidente do PSD-M reafirmou que o PSD é um partido reformista sem medo de “ir à luta”. Incluindo a “luta titânica” nacional protagonizada por Rui Rio.

Ao Chão da Lagoa subiram ao palco diversos protagonistas, entre eles José António Garcês, o actual presidente da Câmara de São Vicente, eleito por uma coligação independente denominada “Unidos por São Vicente”.


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