PSD insiste no crescimento da economia regional e na descida da taxa de desemprego

O grupo parlamentar do PSD fez questão de salientar hoje, numa visita à ‘Casa Santo António’, no âmbito das Jornadas Parlamentares, a “dinâmica das empresas e da economia regional”. O deputado Francisco Nunes repetiu novamente aquilo que o PSD vem sempre e constantemente afirmando, “que a economia cresce há 71 meses consecutivos e isso deve-se à estabilidade fiscal que existe nesta região do país”.

O parlamentar disse que a Madeira é a zona do país com a taxa de IRC mais baixa e que mais desagravou os impostos para as empresas e para as famílias, o que tem permitido a que as empresas possam crescer e as famílias tenham também mais rendimento disponível e possam aumentar os níveis de consumo. Algo que o PSD tem repetido e repetido em acções políticas.

“Sabemos que o povo madeirense é um povo de trabalho”, salientou Francisco Nunes, referindo que a prova está na taxa de actividade da nossa população (54%), que é superior à que se verifica no todo nacional (51%). “É sinal de que a Madeira e os madeirenses em muito têm trabalhado para fazer com que a economia cresça cada vez mais”, disse, acrescentando que, por seu lado, o Governo Regional também tem adoptado medidas para melhorar a economia regional  e para fazer com que ela continue a crescer.

É com base no trabalho que já foi realizado que o deputado considera que é o PSD que “vai continuar a desagravar os impostos para as famílias e para as empresas”.

Francisco Nunes recordou que as boas contas levaram também a que a dívida pública da Região esteja já abaixo dos 100% relativamente ao PIB, situando-se nos 94%, enquanto no país chega aos 123%.

Por outro lado, adiantou, “a taxa de desemprego é aquela que mais desceu”, atingindo agora um valor de 7%, ao mesmo tempo que se conseguia criar 18 mil novos postos de trabalho, afirmou.

Francisco Nunes salientou ainda que o Governo Regional, liderado por Miguel Albuquerque, para além de baixar os impostos, teve a capacidade de não criar novos, ao contrário do que aconteceu em muitas zonas do nosso país, sublinhando que a estabilidade fiscal faz com que surjam novas empresas e com que as que existem possam programar o seu futuro, o que se reflecte no consumo e no dia-a-dia das pessoas.