“Vivemos num País onde se manda emigrar os nossos desempregados através de um programa Europeu, que segundo eles é “mobilidade profissional” e não emigração! Segundo fontes, até há incentivos monetários para quem quiser aderir a este tipo de mobilidade, mas o grande problema é que também já foi anunciado por este mesmo governo o incentivo aos nossos emigrantes que queiram regressar ao País. Quer dizer, andamos a pagar para uns irem para fora e pagamos para outros regressarem”, refere Paulo Brito em comunicado
“Não podemos continuar com estas políticas de hoje pagarmos para mandar emigrar e amanhã pagarmos para que regressem ao País, chega de esbanjar dinheiro à custa dos nossos impostos”, insurge-se o PPM, que pretende “mais investimento não apenas na formação adequada ás várias profissões dos nossos desempregados, mas também no emprego para que seja possível diminuir o número de desempregados no nosso País”.
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