
O Ministério das Infraestruturas já pediu a convocação de uma reunião de urgência do conselho de administração da TAP por discordar “com a política de atribuição de prémios da companhia aérea”, sendo que esta medida da transportadora ocorre depois de um ano em que deu prejuízo.
O ministério tutelado por Pedro Nuno Santos quer pedir explicações à administração, sendo que o primeiro ministro António Costa já disse hoje, no Parlamento, que aquela decisão é incompatível com a sobriedade de empresas com capitais do Estado.
A TAP pagou prémios de 1,71 milhões de euros a 180 pessoas, incluindo mais de 110 mil euros a dois quadros superiores. O prejuízo da companhia, em 2018, foi de 118 milhões de euros.
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