


Miguel Albuquerque garantiu hoje na abertura da Festa da Flor, que a ocupação hoteleira durante este cartaz turístico “seria de 100% se não fossem os preços dos transportes aéreos entre a Madeira e o Continente. “Os preços praticados pela TAP são proibitivos para as famílias que vivem no Continente. Nada justifica praticar estes preços, uma vez que os madeirenses ainda têm o subsídio de mobilidade, mas para o turismo nacional, é praticamente impossível. Mas além do turismo, há o facto de haver esta prática de preços para circular em espaço nacional. O Governo português não faz nada para resolver o problema”.
O presidente do Governo Regional diz que “o problema da mobilidade está a ser analisado”. E lembra o que acontece, por conhecimento próprio, com amigos que tem no norte do País: “A título de exemplo, para ir ao Porto Santo, no Verão, um cidadão português paga 800, 900 euros, são preços escandalosos”.
O presidente do Governo Regional abriu hoje, oficialmente, as comemorações da Festa da Flor, relevando uma novidade, na edição deste ano, com a recriação histórica da baia dos bomboteiros, além da exposição das flores contemplar um espaço de produção da Madeira e a evocação da Madeira como um dos sítios com maior número de plantas por quilómetro quadrado.
O chefe do Excecutivo lembra a vivência que esta festa proporciona, à população da Madeira, mas também o impacto de constituir atração para os nossos turistas, estamos no fim de semana com 90%.
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