O PTP diz que não basta o Governo Regional atribuir os fundos comunitários aos agentes económicos, há que “fiscalizar e garantir” que os apoios irão se repercutir na diminuição dos custos dos bens essenciais para as famílias da Madeira e do Porto Santo.
“O POSEI foi criado para diminuir os impactos da insularidade nas regiões ultraperiféricas, logo é peremptório que se garanta que estes apoios ao abastecimento se traduzam na diminuição dos preços dos bens para o consumidor final”, disse Raquel Coelho.
Para o PTP, cada vez é mais notório o elevado custo de vida, com diferenças “gritantes” nos preços dos bens de primeira necessidade nas prateleiras dos supermercados da Região, em relação aos valores praticados em território continental.
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