Mota Amaral terá recusado o oitavo lugar na lista do PSD às “Europeias”

As eleições europeias, que Marcelo Rebelo de Sousa confirmou para 26 de maio, prometem constituir uma verdadeira “dor de cabeça” para todos os partidos, designadamente naquilo que se prende com a elaboração das listas, situação que em termos do PSD, veio agudizar-se com os últimos indicadores que dão conta que o PS ganha e pode aumentar, para nove, o PSD perde e deve manter o número de deputados, seis.

Hoje, surgem notícias que o histórico social democrata Mota Amaral, antigo presidente do Governo Regional, que era o “trunfo” açoriano para estas europeias, não aceita o lugar que supostamente a direção nacional do partido designou, o oitavo, que na conjuntura previsível,não seria elegível. O “não” de Mota Amaral já é conhecido, através de informação da Lusa citando fonte do partido,, mas o próprio não comenta e remete para uma posição do PSD-Açores.

Mota Amaral estava disponível para avançar desde que o lugar fosse elegível, mas a verdade é que ao PSD de Rui Rio não recuperou o que seria der esperar para garantir uma establidade na eleição de parlamentares suficientes para satisfazer todas as tendências, sendo que Paulo Rangel é o cabeça de lista, ficando pouco lugares com garantia de eleição e com Rui Rio a ter que satisfazer as estruras internas, também a Madeira, com o candidato ou candidata, tudo indica que possa ser Cláudia Monteiro de Aguiar, a seguir numa posição abaixo daquela supostamente indicada para os Açores, mas com algumas dúvidas de reeleição, uma vez que atendendo ao cenário só mesmo os cinco primeiros deverão estar com eleição garantida.

 


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