“Não estamos contra os negócios nem contra os investimentos privados, estamos contra as políticas negligentes que deixam degradar o serviço público e favorecem os interesses privados”, disse o coordenador bloquista Paulino Ascensão.
“A degradação do serviço público de saúde não acontece por acaso, acontece para dar a oportunidade aos privados de entrarem no “negócio”, acusa o BE.
Mas a saúde, afirma o partido, não é um negócio. “A lógica do lucro do sector privado na saúde é perversa, o que rende para o negócio não é resolver os problemas dos pacientes, mas ter clientes frequentes”.
“Estamos a caminhar para um sistema público rebentado só para os pobres e um sistema privado com maior qualidade, mas só para quem pode pagar”, denuncia esta força política, que considera que o cheque cirurgia, defendido pelo PSD e pelo PS e CDS, significa a transferência de mais recursos para o privado e o agravamento dos problemas no sistema público.
“O Bloco defende o investimento no serviço público para que os serviços de saúde com qualidade sejam acessíveis a todos”, conclui o partido.
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