
A Madeira já tem as contas acertadas com os professores, naquilo que se prende com a contagem integral do tempo de serviço entretanto congelado, falta agora Lisboa decidir. E hoje mesmo, na Assembleia da República, o primeiro ministro António Costa assumiu que não irá levantar – uma vez que tinha poder constitucional para isso – levantar a inconstitucionalidade da medida da Madeira. Mas também disse que não vai seguir o mesmo sistema.
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