
O presidente da Câmara Municipal do Funchal e candidato a presidente do Governo Regional, nas Eleições Regionais de 2019, Paulo Cafôfo, despede-se do ano de 2018 com um olhar em frente, ou seja para um ano que aí vem, 2019, decisivo em termos políticos para aquele que irá medir forças com Miguel Albuquerque, o atual líder do Governo, que se recandidata pelo PSD-M em contraponto com o candidato pelas listas do PS-M.
Escreve Cafôfo, na sua página pessoal da rede social Facebook, que “o bom daquilo que chega ao fim, é que traz em si o princípio de algo novo. assim é com o final de ano. não sou de olhar pelo retrovisor da vida, nem de olhar sempre para o passado, por isso cultivo o desapego, e o que gosto mesmo é de olhar para o horizonte. Chegado aqui, agradeço a quem cuidou de mim e me quis bem. obrigado também aos outros. ajudaram-me a ser muito mais forte, ensinaram-me tanto, e a lição que melhor nota levo é a do perdoar”.
O atual líder da Autarquia funchalense afirma que vai “com tudo para 2019”. No escrito publicado neste último dia do ano, diz claramente: “Vou com tudo aquilo que sou, que é a melhor forma de não me perder para onde quero ir. Politicamente será o ano das nossas vidas. Dos deste lado e dos do outro lado. Somos diferentes, mas procuro construir um chão comum. incluir em vez de excluir. aproximar em vez de afastar. dialogar em vez de ofender”.
Cafôfo diz que “a política é, cada vez mais, feita de pessoas, mais do que de símbolos partidários. por isso acredito nos dias que serão de encontro. por isso acredito na política. por isso as pessoas têm de ser tratadas como pessoas e não como eleitoras ou eleitores. Abomino quando alguém me pede algo em troca de um voto. o voto não é transacionável. Não entra no mercado dos favores, é um direito e um dever e como tal deve ser respeitado. a dignificação da política também tem de ser feita pelo cidadão comum”.
O candidato a presidente do Governo pelo PS-Madeira, tem um sonho: “Mais do que alcançar qualquer tipo de poder, que é o de transformar esta nossa terra, que não se quer apenas um lugar, e libertar quem aqui está ainda refém do medo, da chantagem ou da profecia que “depois de nós, o caos”. há que resgatar a liberdade de ser. Tenho essa esperança, essa que é a melhor forma de beleza. Resta-me desejar para 2019, e não é pouco, que se apaixonem, que se fascinem, que se espantem com o belo, com a vida. Bom ano”.
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