Ireneu Barreto empenhado em garantir o acesso em breve a todo o Palácio de São Lourenço

Livro Representante B
Ireneu Barreto afirmou não ser fácil “assegurar a acessibilidade física total num Monumento Nacional como  o Palácio de São Lourenço”.

“Não desistimos e estamos empenhados e confiantes em que o acesso a todo o Palácio venha a ser uma realidade em breve”. Esta declaração foi feita pelo Representante da República para a Madeira, Ireneu Barreto, no Palácio de São Lourenço, no âmbito da cerimónia de lançamento do livro “Catarina”, de Marco de Barros, a favor da Associação de Paralisia Cerebral da Madeira.

“Este evento marca o início do “Natal no Palácio”. É com grande satisfação que me associo ao lançamento deste livro em benefício da Associação de Paralisia Cerebral da Madeira, que há muito desenvolve nesta Região Autónoma um trabalho notável de apoio aos portadores desta doença, a quem expresso aqui o reconhecimento que todos vos devemos”.

Ireneu Barreto considerou que “a inclusão de todos, todos diferentes mas todos iguais, é antes de mais, imperativo de consciência, ainda mais quando se comemoram os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos”, referindo ser sua preocupação que “este Palácio acolha visitas e atividades inclusivas destinadas a todos os públicos”, mas reconhecendo que “não é fácil assegurar a acessibilidade física total num Monumento Nacional como  o Palácio de São Lourenço”.

O acesso ao rés-do-chão está realizado, e já foi complexo, lembra o Representante. Que dá uma garantia: “Não desistimos e estamos empenhados e confiantes em que o acesso a todo o Palácio venha a ser uma realidade em breve”.

Relativamen te à publicação apresentada, Ireneu Barreto disse ser com “enorme satisfação que me associo à publicação desta obra, pelo que ela  poderá significar de consciencialização para a construção da sociedade verdadeiramente inclusiva que todos desejamos. Felicito o autor do livro, Marco de Barros, que  antes publicou o “Menino”, dedicado a “Dançando com a diferença”, a Maria João Pereira, madrinha do livro, e o Director da Associação de Paralisia Cerebral da Madeira, Eng. José Carlos Silva por esta iniciativa, fazendo votos para que o autor prossiga a sua escrita solidária e a associação continue a prestar o seu grande contributo à comunidade madeirense.”