
Nos discursos proferidos ao início desta tarde na cerimónia dos 600 anos, a tónica comum foi o engrandecimento da história e o alerta para as dificuldades da insularidade e, sobretudo, da dupla insularidade.
O presidente da República enalteceu o “dia histórico” que hoje se assinala e a “tenacidade” dos povos insulares e das figuras que passaram e fizeram o Portugal no Atlântico.
Albuquerque alerta para desrespeito da República
O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque denunciou o desrespeito da República pelo princípio constitucional da continuidade territorial.
Já Guilherme Silva, presidente da Comissão dos 600 anos, citou Lipovetski e falou do legado deixado ao Porto Santo. Agradeceu a presença do presidente da República e, grosso modo, valorizou a história e os presentes.
Desafiou o presidente da República a trazer para a Madeira, em 2019, as cerimónias oficiais do Dia de Portugal.
Idalino elenca problemas da dupla insularidade
Por seu turno, na sua intervenção da praxe, o presidente da Câmara do Porto Santo, Idalino Vasconcelos elencou os problemas que preocupam quem vive e quem se desloca para aquela ilha.
“Existem ainda dificuldades e arestas a limar, que teimam em persistir, por via de uma realidade que se faz sentir de dupla insularidade ou mesmo por via de uma forte sazonalidade. Todavia, os porto-santenses conhecem bem as agruras da dupla insularidade. Uma condição que nos traz, frequentemente, dificuldades em vários aspetos, principalmente, na questão da mobilidade, quer aérea, quer marítima”, referiu.
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