Albuquerque espera libertação rápida de emigrantes detidos na Venezuela

Fotos Governo Regional.

O presidente do Governo Regional quer que os emigrantes madeirenses detidos na Venezuela sejam rapidamente libertados.

Miguel Albuquerque diz que a Região está a acompanhar a par e passo o que se passa na Venezuela, esperando que os emigrantes madeirenses detidos na Venezuela (gerentes de supermercados de cadeias geridas por portugueses) sejam rapidamente libertados.

O presidente do Governo Regional diz que o Governo da República tem estado bem nesta questão, esperando que a conversa de ontem entre o ministro dos Negócios Estrangeiros português e o seu homólogo venezuelano, onde Augusto Santos Silva exigiu, «e bem, que essas pessoas fossem acompanhadas pelos serviços da embaixada e consulados», tenha resultados práticos.

Falando à margem de uma conferência internacional sobre Novas Tecnologias, que decorre no Funchal, Miguel Albuquerque voltou a garantir o apoio aos emigrantes que já cá estão e àqueles que queiram vir para cá.

A outro nível, Miguel Albuquerque disse desconhecer quaisquer intenções de regresso à Madeira por parte dos emigrantes sul-africanos, devido ao aumento de insegurança naquele país.

Aposta nas novas tecnologias

Na conferência Miguel Albuquerque sublinhou a forte aposta que a Madeira faz nas novas tecnologias, que ajudam a esbater as ultraperiferias e a diminuir distâncias.

As novas tecnologias são fundamentais para esbater as ultraperiferias e para diminuir distâncias, sublinhou, nesta segunda-feira de manhã, o presidente do Governo Regional, durante a sessão de abertura de uma conferência internacional sobre novas tecnologias, a nona edição da IEEE-IS, que decorre no Funchal, no hotel Casino, até quinta-feira, com a presença de reputados especialistas internacionais em engenharia eletrónica e elétrica e em computação.

Miguel Albuquerque acentuou a aposta que o Governo Regional vem fazendo nas novas tecnologias, bem como a existência de empresas madeirenses já com presença nos mercados internacionais do sector, realçando que as novas tecnologias vieram abrir mercados à Madeira que antes pareciam impossíveis.

O governante lembrou que a Madeira está no centro de um oceano que separa as duas maiores economias mundiais (a EU e os Estados Unidos) e as novas tecnologias vieram potenciar essa localização geográfica.