Vice-Presidência também esclarece Victor Freitas

A propósito das declarações do presidente da bancada parlamentar do PS, publicadas hoje, na comunicação social, esclarece a Vice-presidência que:

“Ao contrário do que afirma o presidente da Bancada Socialista, numa tentativa de manipular a opinião pública, a Região pretende renegociar e reduzir as taxas de juro de empréstimos ativos – onde se inclui o empréstimo contraído junto da República Portuguesa, durante o Programa de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF) –, não representando qualquer forma de aumento do nível de endividamento da Região.

Para o efeito, a Região pretende contratar os serviços de uma empresa de assessoria financeira, cuja operação está indexada a um “success fee”, isto é, a uma percentagem proporcional à taxa de sucesso que obtiver durante a operação e apenas se concretizar, efetivamente, uma poupança líquida para a Região.

O valor desta taxa varia entre os 0% e os 4% face ao valor de poupança originado. Assim, o valor máximo a pagar será de 15milhões de euros, desde que se consiga atingir uma poupança de juros e encargos à Região, nos próximos 9 anos, de quase 400 Milhões de euros, representando assim uma taxa máxima de “success fee” de 4%. Se essa poupança não se concretizar, o custo da operação será de zero euros.

Revelando má fé e, sobretudo, um grande desconhecimento das matérias que preocupam os Madeirenses e em relação aos quais o Partido Socialista não apresenta nenhuma solução, o deputado Vítor Freitas e a bancada parlamentar do PS Madeira volta a estar contra uma decisão tomada pelo Governo Regional no sentido de defender o erário público e reduzir a dívida, utilizando esse dinheiro para apoiar, ainda mais, a área da saúde, da educação, a política social, a criação de emprego, mas nada diz nem contribui para que o Estado português dê ouvidos às reivindicações dos madeirenses, reduzindo o encargo da dívida de 1,5 mil milhões, que representa um encargo anual de juros de mais de 12 milhões de euros.

Mais uma vez, o PS Madeira defende os interesses do Governo Central da Geringonça prejudicando a Região Autónoma e os Madeirenses e Porto-santenses”.