O movimento “Mais Porto Santo”, liderado por José António Castro, veio hoje publicamente denunciar o que considera ser “o comportamento e a tentativa de pressão do vereador socialista Filipe Menezes Oliveira em questões que dizem respeito ao normal funcionamento da Câmara Municipal do Porto Santo”.
Castro passa ao “ataque” e diz que “o Dr.º Menezes de Oliveira continua a pensar que é dono do Porto Santo, que ainda é o presidente da Câmara Municipal e que pode dar ordens a torto e a direito, como lhe bem apetece, ofendendo, pressionando e criticando todos aqueles que estão à sua volta, como o fez ao longo de quatro anos de mandato, com os resultados que todos nós sabemos. Connosco, Mais Porto Santo, este tipo de atitudes, inaceitáveis e condenáveis, não funcionam e têm de ser denunciadas”, aponta José António Castro, líder do movimento de cidadãos independentes.
O assunto que deu origem a esta “posição de força” do movimento, prende-se com o que Castro classifica “acusações e críticas infundadas” do vereador socialista pelo facto do Mais Porto Santo “ter votado a favor da delegação de funções de representação da autarquia porto-santense no vice-presidente, Pedro Freitas, por indicação do presidente, Idalino Vasconcelos”, declarações a que o Funchal Notícias fez referência.
José António Castro esclarece que “so contrário do que diz que o ex-presidente da Câmara, não passámos um cheque em branco ao PSD, viabilizámos uma proposta exequível, porque o nosso lema é trabalhar em prol do Porto Santo. Mesmo que possamos errar, vamos continuar a lutar pelo melhor da nossa Ilha, sem ressabiamentos e aprovando tudo aquilo que sentirmos ser importante para a melhoria da qualidade de vida dos porto-santenses. Já por diversas vezes criticámos e apontámos o dedo a actual Vereação, em discordância sobre várias matérias, sem a necessidade de nos coligarmos ou juntarmos aos socialistas, para quem é fundamental votar sempre contra. Aliás, fomos muitas vezes instigados pelo Vereador Menezes de Oliveira a recusar todas as propostas sociais-democratas. Mas não é essa a nossa forma de estar. Reafirmamos que, mesmo conscientes que não somos infalíveis, em primeiro lugar estarão sempre os porto-santenses, não o partido A ou B, muito menos os ressabiados”.
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