PortoBay Falésia com elevadas taxas de ocupação e perspetivas de abrir novo hotel no Algarve em 2021

Fotos in PortoBay Falesia.

Sol, mar em casa, quietude e segurança. Desta simbiose nasce o desejo de receber bem o forasteiro. E assim nasce uma unidade hoteleira numa bonita falésia algarvia em cumplicidade com uma praia feita de areia fina, mar cerúleo e mil encantos. Este é o enredo do PortoBay Falésia com taxas de ocupação neste verão a superar os 90%. Uma aposta de sucesso e de muito trabalho de uma equipa experiente e visionária,  no Algarve, com planos para abrir aqui nova unidade hoteleira em 2021.

Atentos e arrojados, os hoteleiros madeirenses têm-se aventurado, com sucesso, a uma oferta turística de qualidade no território nacional, para além de outros destinos. A experiência acumulada de anos ao serviço do turismo e as boas taxas de ocupação somadas ao longo dos anos dourados do turismo permitiram a expansão para o território nacional. O Grupo Porto Bay é apenas um dos principais nomes que, para além da capital, não resistiu aos encantos do sempre inspirador Algarve e investiu, há alguns anos, no PortoBay Falésia, em Olhos d’Água, perto da sempre procurada Albufeira e Vilamoura.

 

Com uma localização ímpar e acesso direto à Praia da Falésia, com acesso direto a três miradouros para namorar o horizonte, não surpreendem as boas taxas de ocupação do investimento de quatro estrelas superior, que adormece e acorda sobre a falésia com vistas que se perdem no olhar e um serviço que não desilude o turista. Aliás, as produtoras portuguesas de telenovelas de sucessos têm filmado as suas produções nestes cenário idílico de Olhos d’Água.

Nesta ronda por algumas rotas do Algarve, o FN procurou mostrar aos leitores a dinâmica do PortoBay Falésia, com uma história que se começa a contar a partir de 2008. O FN gostaria de falar com um dos principais rostos do Grupo PortoBay, António Trindade, mas os desencontros de verão adiaram a conversa que se concretizou com a jovem e dinâmica administradora, responsável pelo marketing e comunicação, Fabíola Pereira.

FN: Qual é a principal a vocação desta unidade hoteleira?

Fabíola Pereira: O PortoBay Falésia, em Olhos d´Água, é um hotel de quatro estrelas com características de resort, destinado essencialmente a casais e famílias. Tem uma localização muito privilegiada, sobre a Praia da Falésia, exteriores com lounges, piscinas exterior e interior e SPA, e gastronomia variada, pelo que a sua grande vocação é de lazer.

FN: Que balanço faz à ocupação turística e quais são os seus principais mercados?

Fabíola Pereira: Este ano, temos uma ocupação muito em linha com a de 2017, que foi um ano verdadeiramente extraordinário, para nós o melhor ano de sempre no Algarve. Estamos atualmente com uma ocupação acumulada de 86%, mas vamos fechar os meses de verão com 97%. Os mercados principais do PortoBay Falésia são a Alemanha, o Reino Unido e Benelux (Holanda, Bélgica, Luxemburgo), que representam mais de 70% da ocupação.

FN: Quais têm sido as vossas principais dificuldades nesta zona?

FP: O Algarve é um destino sazonal, com assimetrias de procura entre Inverno e Verão. PortoBay está ali presente desde 2008 e tem sido uma grande aprendizagem.  Ao longo dos anos, temos conseguido esbater essa diferença entre estações. Felizmente, a nossa capacidade de distribuição, de fidelização e de criação de eventos permitiu aumentar muito ao longo dos anos em alguns meses do ano, nomeadamente novembro, março, abril. De resto, o Algarve é um destino interessante, com um grande atrativo para o produto “sol e praia”. Tem ainda outras potencialidades para afirmar e promover, como por exemplo, gastronomia, golfe, natureza e turismo ativo, mas aos poucos têm sido feitos esforços que resultam na perceção de um destino cada vez mais multifacetado.

FN: Os incêndios têm afetado a vossa procura?

FP: Não é algo que possamos ter muito claro, até porque os efeitos são futuros. Tivemos durante os últimos dias algumas questões de hóspedes com dúvidas sobre a segurança e proximidade do hotel face à zona de maior impacto, as quais temos esclarecido. A repercussão desta notícia a nível internacional terá naturalmente algum impacto sobre a procura do destino, sobretudo aquela procura mais direcionada para motivações de natureza. A serra de Monchique tem um contributo importante neste eixo. Espero que a reflorestação da área afetada seja célere, de modo a que os seus trilhos e passeios pedestres possam continuar e que as autoridades possam reforçar a comunicação e mostrar a “verdade” ao mercado. É que normalmente se noticia a tragédia e depois não se noticia a recuperação. E aí, reunidas as condições, há um trabalho de esclarecimento e sensibilização a fazer pela promoção turística.

FN: Quais os vossos projetos em termos de crescimento?

FP: Nesta zona do Algarve, estamos empenhados e queremos consolidar a nossa presença no destino. Já estamos no terreno para abrir uma segunda unidade em 2021. Até lá, abriremos o Les Suites at The Cliff Bay no Funchal e o PortoBay Flores no Porto, ambos em 2019.