

Com Rui Marote
O Monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra, situado na Avenida das Comunidades Madeirenses, a sempre Avenida do Mar, foi inaugurado em 1936. Um local de homenagem aos que, infelizmente, sucumbiram em missão. E todos os anos há ali uma cerimónia que vai nesse sentido, o da homenagem.
Os monumentos servem para isso mesmo, para que os cidadãos não esqueçam os essas memórias. Mas é preciso atenção às limpezas, porque ali os pombos não dão descanso e durante anos a fio não pouparam o espaço, que se encontrava realmente em mau estado do ponto de vista da falta de alguma água, coisa pouca para não ter sido resolvido antes. Mas mais vale tarde do que nunca.
O Estepilha ficou muito surpreendido, mas também muito satisfeito, quando hoje de manhã, viu funcionários da Câmara em operações de limpeza, que prometem devolver dignidade ao espaço. E talvez não seja preciso “meter” ali muita água para que esta tarde, talvez impulsionados pelo Rali, todos possamos ver o Monumento ao Combatente como “novo”.
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