Si Que Brade actua hoje em Câmara de Lobos num concerto com a Orquestra de Bandolins

No ano em que celebra o seu 30.º aniversário, o grupo Si que Brade encerra o ciclo de comemorações com um concerto com a Orquestra de Bandolins, com a qual partilha a sua génese. Este espectáculo decorre hoje pelas 21 horas no Museu da Imprensa, em Câmara de Lobos. A entrada é livre.

O reportório apresentado pelos dois grupos representa a ligação à música tradicional madeirense, à música do mundo e à sonoridade de diversos projectos de simbiose, salienta um comunicado.

Criados pelo Governo Regional da Madeira/Secretaria Regional de Educação, no ano lectivo de 1987/1988, para a prática dos cordofones tradicionais madeirenses e dos bandolins, Si que Brade e Orquestra de Bandolins reencontram-se assim passados 30 anos neste concerto.

O Si Que Brade – Grupo de Música e Instrumentos Tradicionais, da Direcção Regional de Educação/Direcção de Serviços de Educação Artística e Multimédia – inicialmente designado de Tuna de Instrumentos de Corda Tradicionais Madeirenses, foi constituído no ano lectivo de 1987/1988, com o objectivo de estimular os jovens das escolas da Região à aprendizagem dos instrumentos tradicionais madeirenses. Actualmente, é composto por 11 elementos com idades compreendidas entre os 12 e 29 anos. O seu repertório incide predominantemente na área da música tradicional e popular madeirense, embora apresente temas populares nacionais e internacionais, assim como música erudita. Pretendendo dar a conhecer as raízes culturais do cancioneiro madeirense e divulgar os instrumentos regionais, o grupo tem realizado vários concertos na Madeira e no continente português. A direcção artística do Si Que Brade é da responsabilidade de Roberto Moritz.

A Orquestra de Bandolins, da Direcção Regional de Educação/Direcção de Serviços de Educação Artística e Multimédia, foi criada em 1989 pela Secretaria Regional de Educação e é composta por 21 músicos. Tem a sua base educativa na actividade de bandolim, frequentada por cerca de 45 crianças e jovens, sendo o seu principal objectivo incentivar os mais novos para a prática deste instrumento, aumentando os seus conhecimentos teóricos e práticos da música, de repertório e de géneros musicais. Os instrumentos que integram esta Orquestra são bandolins, bandolas, violas e contrabaixo e o seu repertório inclui músicas dos géneros clássico, ligeiro e contemporâneo. A direcção artística é da responsabilidade de Teresa Leão.