Américo Silva Dias disputa com Rui Barreto liderança do CDS-Madeira

Américo Silva Dias (à direita) disputou a liderança à concelhia do Funchal em Abril de 2016.

Abrir o partido aos militantes, dar-lhes voz, democratizar o partido, acabar com o partido dos interesses, retomar a ideologia original do partido, da democracia-cristã.

Implementar políticas humanistas, de proteção à família e da propriedade privada. Tornar os estatutos mais abertos, mais democráticos, criar mais dois órgãos, o provedor do militante e os Trabalhadores Democratas-Cristãos (TDC).

São estes alguns dos propósitos da candidatura de Américo Silva Dias, ex-deputado municipal no Funchal, à liderança do CDS-PP.

Américo Silva Dias anunciou esta manhã a sua candidatura, à Antena 1, no dia seguinte ao avanço de Rui Barreto para a liderança regional do partido.

O congresso regional do CDS acontece a 21 e 22 de julho.

Ao Funchal Notícias, o candidato explicou melhor o que pretende com enfoque na transparência, por exemplo nas contas.

“Quero as contas do partido, transparentes e acessíveis a qualquer militante antes dos congressos. E auditadas antes de serem enviadas para Lisboa”, disse.

Segundo Américo Silva Dias, o partido tem de ter políticas próprias e não andar a reboque de outros partidos. Apresentar-se a eleições sozinho, com políticas de centro-direita. Sempre centradas na pessoa humana.

Internamente, “acho que os militantes que tenham cargos remunerados não podem ter acumulação de outros abonos, avenças ou quaisquer outros rendimentos pagos pelo partido. Se for eleito vou fazer aprovar isso em conselho regional”, revelou.