CDS propõe fixação de tempos máximos de espera para consultas e cirurgias

O deputado do CDS, Mário Pereira anunciou esta manhã que o partido deu entrada na Assembleia Legislativa da Madeira de uma proposta do CDS para que na Região passe a vigorar os tempos máximos de espera para consultas e cirurgias, a exemplo do que se passa no continente.

Segundo o CDS, realizam-se no SESARAM agora menos cirurgias do que no último ano do mandato de Alberto João Jardim, em 2014.

Por outro lado, há mais 2.200 cirurgias em espera do que no início do mandato de Miguel Albuquerque. Foram prometidos mais 30 milhões de euros para a Saúde durante a discussão do Orçamento para 2018, pelo vice-presidente, em dez de 2017, mas uma consulta ao Boletim de Execução orçamental dos primeiros três meses deste ano há apenas pouco mais de um milhão de euros a mais.

Nas contas dos centristas, o tempo médio de espera no SNS agravou-se, passando de 2,6 para 3,1 meses, mas na Madeira, o tempo médio situa-se nos 39 meses

Para o CDS esta é a primeira legislação feita na Madeira aos tempos máximos em lista de espera para cirurgias e consultas o que considera ser uma proposta razoável e aplicável porque é progressiva e com tempo de adaptação para o SESARAM

Segundo o CDS o programa de recuperação de lista de espera é efetuado sobre o joelho e centrado exclusivamente no hospital veio a revelar-se um fracasso completo, pois permite um conjunto de situações promíscuas por parte da gestão do mesmo. Situação distinta de outros programas de lista de espera nacionais e europeus.

Porque não pode haver portugueses de primeira e de segunda, a proposta do CDS procura inverter essa situação.


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