
Coube a Carlos Costa, deputado do Juntos pelo Povo (JPP), a intervenção na sessão solene do 25 de abril. Alertou para a necessidade de olhar de outro modo para os funcionários públicos e para o serviço regional de saúde.
A propósito da acção governativa e dos perigos da maioria absoluta, disse que “a Democracia de baixa intensidade é perigosa”.
Segundo o JPP, é por essas e por outras que há um divórcio entre representantes (políticos) e representados (povo).

Por seu turno, o líder do CDS-PP, Lopes da Fonseca alertou para políticas do Governo da República como a mais recente investida em matéria de habitação.
É o caso das medidas que visam resolver os problemas da habitação à custa da propriedade privada.
Cuidado com os cavalos de Tróia de Lisboa!
Já o ex-governante, Sérgio Marques disse que a Autonomia não foi uma dádiva do 25 de abril mas uma conquista dos madeirenses.
Alertou para a importância de estar vigilante para evitar que a Autonomia seja tomada por “cavalos de tróia de Lisboa”.
Disse que os sucessivos governos demonstraram que não aprendemos com os nossos erros.
Citou Rentes de Carvalho e a cíclica sina portuguesa de cair em crises e tentar sair delas.
“Portugal precisa de um verdadeiro estado social”, disse.
Solidarizou-e com o povo da Venezuela e vislumbrou abertura democrática na África do Sul.
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