Sobre o “MARCA Madeira, rumo a 2019”

Numa altura em que se fala tanto sobre tantas coisas e muito pouco sobre outras tantas, bem mais importantes, julgo que valerá a pena investir o nosso tempo para percebermos de que forma todos nós – e cada um de nós –, pode, ou poderá contribuir, num futuro próximo, 2019, e de uma forma assertiva e séria, debater os temas realmente essenciais para a nossa vida, o nosso dia a dia, enquanto madeirenses e portossantenses.

Li, com toda a atenção e espírito crítico, as propostas ou 15 grandes Causas para uma Agenda de governação do CDS na Madeira, escritas por José Manuel Rodrigues. Também como o ex-presidente do CDS/PP Madeira, quero acreditar que o meu partido deve voltar a ser um partido de Centro, que honre os seus fundadores, capaz de dialogar com todas as outras forças políticas, sem perder a sua matriz e os seus valores. É verdade que os tempos são outros. Não podemos esquecer os efeitos da globalização. Contudo, a História, revela-nos outras leituras do passado recente. Hoje, as fronteiras ideológicas que separam os partidos são mais ténues.

Acredito na vontade individual, na aposta em cada um de nós e, ao mesmo tempo, nesta vontade coletiva que nos une, enquanto partido alternativo de governação, para recuperarmos os valores base, os mesmos que fundamentam e poderão dar corpo ao amplo Movimento Autonomista, Reformista e Centrista – MARCA Madeira, rumo a 2019, proposto por José Manuel Rodrigues.

Vamos, por isso, marcar a diferença, fazer acontecer, pela via da ética, dos valores morais e solidários, junto das famílias madeirenses e portossantenses, com a população, mas sem populismos. Acredito que existam vários caminhos possíveis e atalhos prováveis para mudar este nosso pequeno mundo, que é a nossa Madeira e o nosso Porto Santo, mas apenas um é infalível e é bandeira do nosso partido, desde a sua fundação: o caminho da ética política.

Que o “MARCA Madeira, rumo a 2019”, contribua para o desenvolvimento económico, a paz social, bem como para todos os grandes princípios humanitários, e que possa ser inspiração para uma base de trabalho para uma Nova Política, uma Nova Economia e uma Nova Solidariedade na nossa Região Autónoma da Madeira, em tempo útil, ou seja, já neste nosso tempo.