PSD defende orçamento de “coesão económica e social”, CDS e JPP falam em “ilusão”e de “dívida basáltica”

Fotos Rui Marote.

O PSD vai aprovar o orçamento e plano para 2018 porque, conforme assegurou o deputado Jaime Filipe Ramos na intervenção final, este é um orçamento positivo “qua materializa os compromissos do PSD para com a população”.

O parlamentar assegurou que este é um orçamento que reforça as áreas da coesão económica e social e que a oposição não tem razão quando propõe medidas ilegais como o desvio de verbas do investimento para despesas correntes.

Jaime Filipe Ramos deu exemplos de investimentos públicos que serão realizados em 2018 e qualificou as propostas da oposição como “uma mão cheia de demagogia”.

O deputado do CDS-PP, Rui Barreto criticou as opções do Governo Regional em matéria de plano e orçamento para 2018.

Qualificou o orçamento “de remedeio, sem rasgo, de ilusão e de contradição, sem novidade e de regresso a um passado assente na dívida”.

“Estas não seriam as escolhas do CDS”, repetiu por várias vezes ao longo da intervenção.

O líder da bancada do partido Juntos pelo Povo (JPP), Élvio Sousa falou de uma “dívida basáltica” e das erradas opções do Governo Regional que vai endividar-se em mais 125 milhões de euros em vez de aliviar a carga das micro e pequenas empresas.

Por exemplo, deveria baixar a taxa de IRC em 2% aos primeiros 15 mil euros da matéria coletável contemplar medidas para os portos, saúde agricultura.