Podem vir aí sarilhos. Segundo revela hoje a edição online do Diário de Notícias da Madeira, o ex-secretário regional da Economia, Turismo e Cultura, Eduardo de Jesus irá assumir o seu lugar no parlamento regional.
Contudo, não obstante ter sido eleito nas listas do PSD (foi o n.º 8), Eduardo Jesus integrou tais listas na qualidade de independente por não ser militante do PSD. E, pelos vistos, é nessa qualidade que quer manter-se.
O facto de ser independente coloca o PSD sem maioria absoluta. É que, a maioria absoluta do PSD na Assembleia Regional está ‘presa’ por um deputado (25 mandatos contra 24 dos restantes partidos e independentes).
Perdendo a maioria absoluta, obriga o PSD a negociar para que importantes diplomas como o Orçamento Regional não sejam chumbados.
Situação diferente prende-se com Sérgio Marques que também regressa ao parlamento regional, segundo anunciou ontem o JM. Mas, como é militante do PSD e não requereu nem irá requerer a passagem a independente, sujeita-se à disciplina de voto, sob pena de outras implicações.
Certo é que as entradas de Eduardo Jesus e Sérgio Marques implicam as saídas do Parlamento de Francisco Nunes e Paulo Freitas.
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