
O desbaste e corte em série de árvores prossegue na cidade do Funchal, na sequência da tragédia do Monte que matou 13 pessoas e feriu meia centena.
Já se torna comum ver um grupo de funcionários, contratados pela Câmara Municipal do Funchal a empresas do continente e de Espanha, para proceder à oficial limpeza do parque arbóreo da cidade com sinais de envelhecimento e risco para a segurança pública.
Ontem, a intervenção deu nas vistas no Jardim Municipal e Avenida Arriaga. Hoje o mesmo trabalho prossegue no Campo da Barca e noutros pontos da cidade.
Por um lado, o público não deixa de registar a intervenção da autarquia, alegadamente em nome da segurança pública e na sequência dos trágicos acontecimentos do Monte. Por outro lado, interroga-se sobre esta “maratona” do corte à arvore – quando antes da tragédia tudo estava bem – bem como do respetivo plano que sustenta uma operação com contornos estruturais.
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