Célia Pessegueiro foi ao Lugar de Baixo e declarou querer que a Ponta do Sol “seja o concelho mais limpo da Região”

A socialista Célia Pessegueiro, candidata à Câmara Municipal da Ponta do Sol, esteve, esta manhã, no Lugar de Baixo, para abordar questões relacionadas com a recolha de lixo e limpeza.

A candidata do PS-M declarou querer que a Ponta do Sol “seja o concelho mais limpo da Região. Por essa razão, afirmou, “a partir de Outubro, vamos alterar a forma de recolha de resíduos sólidos, vamos aumentar a frequência de recolha, que passará a ser diária nas  zonas de restaurantes; vamos optar também pela recolha, porta-a-porta, nas zonas onde há maior  concentração de pessoas como forma de não sobrecarregar os ecopontos;  vamos assegurar a lavagem e substituição mais frequente dos caixotes de lixo e reposicionar alguns ecopontos”.

Claro que todas estas medidas parte do pressuposto de que será eleita para edil.

Célia Pessegueiro entende que “há alternativas para a colocação dos ecopontos” sem que os mesmos causem tanto impacto visual, e declarou que irá avaliar a situação: caso seja necessário, aumentará o número de viaturas para a recolha do lixo e o número de funcionários.

Neste sentido, pretende apresentar uma candidatura ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR) para reforçar a frota automóvel, bem como para a aquisição de novos caixotes de lixo.

Por sua vez, mencionou a Lagoa do Lugar de Baixo, da responsabilidade do Governo Regional, criticando o facto deste espaço ter sido deixado ao abandono. Deste modo, salientou que o local precisa rapidamente de uma intervenção, uma vez que é um espaço de visita de aves migratórias, sendo necessário garantir que as águas estão limpas, de modo a tornar a Lagoa visitável, quer para a população do concelho, quer por outros visitantes.

“Temos de garantir que uma das funções básicas do Município seja devidamente assegurada à população e quem nos visita”, disse a candidata socialista, referindo também que “não é um cartaz bonito o que vemos nem é o que se espera de um concelho desenvolvido”.