Secretários vão às obras de capacete e anunciam reabertura do Museu Vicentes em 2018 com nova dinâmica

Os secretários Rui Gonçalves e Eduardo Jesus não são engenheiros nem arquitetos mas colocaram hoje o capacete e visitaram as obras de remodelação do emblemático Museu Vicentes para dar conta do andamento dos trabalhos. Tudo a andar a bom ritmo para que o Museu Vicentes, com “nova face”, reabra ao público no verão de 2018.

O secretário que gere as finanças na Madeira salientou que a intervenção no Museu Vicentes é a sexta obra da PATRIRAM no âmbito da reabilitação de imóveis urbanos. Neste espaço museológico, Rui Gonçalves explicou aos jornalistas que são 1400 m2 a reabilitar, sempre com o intuito sempre de manter a traça original do imóvel que é também a sua imagem de marca.

O investimento custa um milhão de euros mas a PATRIRAM tem em agenda outras reabilitações direcionadas para a Quinta Magnólia, o antigo Lar do Estudante (rua da Carreira) e alguns estabelecimentos escolares do Funchal, como as Escolas Jaime Moniz e Francisco Franco. Neste momento, há um total de 5500m2 de área reabilitada por conta dos dinheiros públicos.

Eduardo Jesus, que tutela a economia, turismo e cultura, anuncia que vem aí um Museu Vicentes com uma outra dinâmica que valorizará substancialmente os 800 mil negativos em fotografia que faz parte do riquíssimo espólio Vicentes. Acompanhado da diretora regional de Cultura, Natércia Xavier, o secretário precisa ainda que o Museu Vicentes terá, para além da exposição de fotografias que notabilizou este espaço, outras valências, como áreas de exposição permanentes e não permanentes, cafetaria e mobilizará diferentes públicos.

Neste momento, em articulação com os técnicos do Arquivo Regional da Madeira, estão a ser classificados e digitalizados cerca de 3 mil negativos para depois disponibilizar ao público em geral. Eduardo Jesus pretende que o Museu Vicentes continue a ser um ponto de referência da cultura urbana, desta feita com uma dinâmica mais adequada aos tempos atuais.