O candidato centrista referiu que faz parte do programa eleitoral do CDS em Câmara de Lobos a criação de uma “Unidade de Alojamento para Turismo Social”.
Este, explicou, é um turismo que não depende de conjuntura económicas e é promovido com frequência por associações culturais, desportivas, etnográficas, IPSS, etc.
O CDS na antiga escola do Espírito Santo (um espaço que está a ser utilizado para arrecadação de materiais da Câmara Municipal) um lugar privilegiado para a criação da supracitada valência.
A unidade que o CDS defende poderia “dar resposta a uma procura que sempre existiu no alojamento de férias para grupos: sénior, Clubes Desportivos, associações em que muitas a vezes a Câmara Municipal é chamada e sente-se na obrigação de apoiar”.
Por outro lado, poderia ser criado no âmbito da mesma um espaço de serviço social onde se inclui uma lavandaria e cozinha para preparação e distribuição de refeições, apoiando desta forma o funcionamento das IPSS no Município.
O Município poderia ainda ser equipado com um alojamento de emergência para situações extraordinárias, disponibilizando a habitação social existente para os fins para que foram construídas.
“Para qualquer presidente da Câmara a atribuição de verbas ao movimento associativo é uma preocupação e muitas vezes os orçamentos municipais nem permitem satisfazer todas as necessidades”, disse João Paulo Santos.
O CDS quer mais uma vez alterar o paradigma da subsidiodependência, disse este responsável, que salienta que “anualmente são colocados ao dispor da economia social mais de mil milhões de euros para projectos diversos e é nesta fonte pretendo encontrar financiamento de forma a não comprometer as finanças municipais”.
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