Atenção (e temor) às árvores é epidemia que começa a grassar

Fotos António Freitas

Casa roubada, trancas à porta, já diz o ditado. Agora todos acordaram para o perigo que certas árvores, galhos ou ramos instáveis podem causar aos pedestres ou à circulação automóvel. É claro que esta observação não encerra uma crítica, mas uma constatação. O FN deparou hoje com bombeiros a efectuar uma operação de corte de uma árvore sobranceira a uma estrada nas proximidades do Monte. Nada a obstar, evidentemente, nem muito menos a criticar aos “soldados da paz”. Só um pensamento meditativo: todos os cidadãos, sem excepção, vão andar muito preocupados com putativa queda de árvores, nos próximos tempos. Inclusive aqueles com responsabilidades políticas, cujo uso e costume era adiar qualquer decisão sobre esses assuntos para quando a árvore já se encontrava num ângulo tal que dava demasiado nas vistas.

E, já agora, o Funchal Notícias aproveita para alertar: há um galho de dimensões não desprezíveis, quebrado e suspenso sobre os ramos dos jacarandás da Rua João de Deus, no Funchal, mesmo em frente ao portão principal da Escola Secundária de Francisco Franco, no Funchal. Se cair pode danificar seriamente um automóvel que passe – ou acertar em transeuntes. Aproveitemos esta onda de atenção súbita para estes perigos iminentes e, já agora, façamos alguma coisa, neste como em outros lugares. É a nossa humilde sugestão.


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