Coligação Confiança reafirma “rigor e boa gestão” e a recuperação “da autonomia perdida”

No seguimento de declarações públicas de outras candidaturas na comunicação social, a Coligação Confiança fez hoje questão de “reafirmar um facto”: o de que, no seu entender, o Funchal tem hoje a dívida mais baixa em 15 anos. “Algo que é indesmentível e que foi conquistado à custa de muitos sacrifícios e de um grande rigor orçamental”.

“A boa gestão financeira e o equilíbrio orçamental foram sempre uma marca da governação da autarquia do Funchal nos últimos quatro anos. O Executivo camarário liderado por Paulo Cafôfo atribuiu-lhe prioridade, por entender que só dessa forma o Funchal pode ambicionar ser uma cidade sustentável, com o futuro que todos desejamos. Foi com essa ambição que se iniciou um longo caminho em 2013 de saneamento das contas da autarquia. Um caminho sempre claro e honesto. Uma novidade na autarquia do Funchal”, realça um comunicado.

Diz a coligação que, “entre várias medidas, o equilíbrio orçamental foi conseguido por via de uma maior transparência nos procedimentos de contratação pública, com as adjudicações a serem feitas com ênfase ao concurso público e à concorrência do mercado. Exemplos disso mesmo é a gestão dos sistemas de águas residuais, o fornecimento de combustíveis e o Funchal Jazz, entre outros, resultando em poupanças substanciais para os cofres da autarquia”.

Por outro lado, a “centralização da plataforma de compras, com ganhos em economias de escala e cumprimento escrupuloso da legislação vigente, a regularização do património imóvel do município, bem como da política de amortizações a este associado e a formalização a candidaturas a 36 programas comunitários de apoio construíram também para a saúde financeira da Câmara que saiu do PAEL voltando este executivo a poder gerir a autarquia sem amarras”.

A estas medidas, assevera, soma-se uma correta priorização dos investimentos, a redução do IMI para a taxa mínima, a aplicação das isenções do IMI familiar, a devolução do IRS às famílias, “os inúmeros benefícios fiscais na reabilitação urbana para os proprietários” e a “defesa intransigente dos direitos da autarquia”.

Um caminho no qual, reconhecem os responsáveis, ainda muito falta fazer, mas cujas conquistas dos últimos quatro anos “orgulham o executivo da Coligação e quem compõe este projecto: cidadãos que querem o melhor para o Funchal. De política séria, positiva e que coloca as pessoas no centro das prioridades”.