Sara Madruga afirma que apenas o PSD-M fez a diferença na Assembleia da República

A deputada social-democrata Sara Madruga da Costa, fez hoje um balanço dos últimos dois anos na Assembleia da República, considerando que a acção dos deputados do PSD – Madeira no parlamento nacional foi decisiva para a resolução dos problemas dos madeirenses e portosantenses. Conforme afirmou, “se não fosse o nosso trabalho e a nossa persistência, a acção governativa e parlamentar da República resumia-se a “uma mão cheia de nada e de coisa nenhuma” porque, alega, “o Governo da República e os deputados madeirenses que suportam a geringonça em Lisboa não resolveram nenhum dos dossiers da Região, continuamos a aguardar pelo financiamento do novo hospital, pela revisão do subsídio de mobilidade e pelos verbas prometidas para os incêndios um ano depois”.

O PSD denuncia assim as “sucessivas manobras dilatórias do PS em São Bento”; apesar das mesmas, garante, “o que mudou e foi resolvido, foi graças ao PSD-Madeira e fruto do nosso trabalho de proximidade, das nossas reuniões na Madeira e no Porto Santo, foi o PSD-M que resolveu o problema dos trabalhadores não avaliados das Câmaras Municipais, como é o caso da Ribeira Brava, das famílias afectadas pelos incêndios que agora podem aceder independentemente dos seus rendimentos a apoios nacionais, dos artistas madeirenses que estavam impedidos de aceder a apoios e à internacionalização e a mobilidade dos professores oriundos das escolas da região para o concurso de recrutamento nacional, “referiu Sara Madruga.

O PSD Madeira assegura que “fechou a segunda sessão legislativa na Assembleia da República com “chave de ouro” ao ver aprovadas no último plenário três iniciativas da sua autoria, os textos finais da proposta de lei que consagra um apoio extraordinário à habitação de todas as famílias afectadas pelos incêndios de Agosto de 2016 na Região Autónoma da Madeira, o projecto de lei que altera a lei que estabelece os regimes de vinculação de carreiras e de remunerações dos trabalhadores que exercem funções públicas (devolução de verbas aos trabalhadores não avaliados da administração pública local) e um projecto de resolução social democrata que recomenda ao Governo da República a implementação de várias medidas de apoio às regiões ultraperiféricas e ao aprofundamento do estatuto da ultraperiferia”.