Cerca de 12 mil pessoas na 5.ª edição do NOS Summer Opening

Fotos Rui Marote

Está feito o balanço.

Cerca de 12 mil pessoas viveram esta 5ª edição do NOS Summer Opening, no Funchal, num ano em que, pela primeira vez, o festival teve lotação esgotada no primeiro dia.

“O balanço que fazemos é muito positivo porque sentimos as boas energias e vibrações que caracterizam NOS Summer Opening, vimos que as pessoas estavam felizes, vimos os artistas extremamente contentes por terem cá estado e tudo se conjugou para que fosse um fim-de-semana de festa e de Verão e para que seja o evento de Verão na Madeira”, referiu Gonçalo Camacho, da organização do festival.

O responsável não pôde deixar de salientar o facto de, no primeiro dia, o festival ter atingido, pela primeira vez, lotação esgotada. “É um grande motivo de orgulho, foram cerca de 7 mil pessoas no Parque de Santa Catarina e o sábado foi igualmente uma das melhores noites, sendo que tivemos cerca de 5 mil pessoas no parque”, realçou. No total das duas noites, cerca de 12 mil pessoas passaram pelo Parque de Santa Catarina. “Foi a melhor edição de sempre do NOS Summer Opening”, acrescentou, avançando, “com toda a certeza, que o festival vai acontecer em 2018”.

E ontem, último dia do festival, passaram primeiro pelo palco os madeirenses Men on the Coach. Depois, a actuação de Dillaz levou o muito público jovem ao rubro. A noite foi sempre em crescendo, e Mundo Segundo e Sam The Kid continuaram a levar boas vibrações ao público que cantou e dançou com esta actuação. “Eu sabia que era um festival especial, que era provavelmente o festival mais forte da ilha da Madeira e eu, pessoalmente, estou radiante, vou para casa mesmo com o coração cheio”, confessou Mundo Segundo.

Sam The Kid fez suas as palavras do colega. “Estive cá no ano passado com os Orelha Negra e desde o ano passado que fiquei com vontade de voltar porque senti o público com muita fome de interagir”, afirmou, confessando que, tal como Mundo Segundo vai “muito satisfeito para casa”. “Foi melhor do que o que estava à espera”, acrescentou.

O final ficou reservado para Nelson Freitas, o artista holandês com raízes cabo-verdianas que pôs muita gente a dançar ao ritmo dos sons quentes. “Correu tudo muito bem, o público deu muito amor e muita energia”, descreveu, garantindo que ficou “com muita vontade de voltar”. “Com este público maravilhoso, por mim seria já amanhã”, gracejou.

A sexta edição já está garantida.