MPT pergunta se António Costa vem trazer o dinheiro prometido para os incêndios de Agosto

Foto: CMF

O MPT-Madeira denuncia hoje, em comunicado, uma promessa não cumprida e feita por António Costa na altura dos incêndios ocorridos em Agosto do verão passado na Madeira, nomeadamente, no Concelho do Funchal onde 3 pessoas perderam a vida e cerca de 400 casas foram destruídas parcial ou totalmente.

Segundo o partido passou quase um ano e até ao momento a Região Autónoma da Madeira não recebeu um “cêntimo” da República para apoiar as pessoas e famílias que foram gravemente afetadas pelos incêndios.

“Se passados mais de 30 dias sobre os incêndios de Pedrogão veio a saber-se que os apoios financeiros dados pelo povo Português em ato solidário, ainda permanecem congelados pelo Governo, achando-se esta inercia um escândalo, então, para o MPT-Madeira o que está a acontecer há Madeira poderia ser chamado um ato de retaliação e de arremesso político contra todos os Madeirenses, especialmente aqueles que na pele sofreram os amargos de boca resultado dos incêndios de Agosto do ano passado”, revela.

“Mais grave nesta situação é que o Governo Central liderado por António Costa e os vassalos do BE e PCP-PEV são coniventes com o assalto ao bolso dos contribuintes solidários que ao fazerem as suas doações financeiras, o estado fica com 23% da receita nos seus cofres, demonstrando assim a sua solidariedade com aqueles que mais precisam. Para o MPT-Madeira isto é um verdadeiro ato de terrorismo sobre a solidariedade que os Portugueses dão a outros Portugueses em grande dificuldade”, prossegue.

“Assim e desta forma perguntamos se o Primeiro-ministro António Costa vem à Madeira entregar a verba necessária a que se comprometeu perante todos os Órgãos de Informação em Agosto do ano passado ou se já se esqueceu e vem fazer novas promessas numa agenda meramente política e eleitoralista que depois não cumpre?”, pergunta.

O Partido da Terra lembra ainda que as verbas prometidas por António Costa para o novo Hospital, são mais uma miragem, descriminando os Madeirenses que ainda não viram a atribuição de um único euro.

“Também queremos referenciar que os apoios para a mobilidade de transportes que conferem a continuidade territorial, também são um tabu, porque nos querem oprimir, relegando a conquista da autonomia para segundo plano, de forma a nos poderem humilhar mais uma vez. Bastava seguir o exemplo de Espanha, em que o Estado assegura todas as despesas com a mobilidade de transportes, potencializando desta forma o desenvolvimento de todas as ilhas espanholas”, remata.