Funchal entregou 35 projetos urbanísticos para as Zonas Altas

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O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, entregou aos respetivos moradores, através do Gabinete Técnico das Zonas Altas da Autarquia, 35 novos projetos de arquitetura e especialidades para legalizar e qualificar habitações nestas zonas do concelho.

Ao lado do Vereador do Urbanismo, Domingos Rodrigues, Paulo Cafôfo considerou tratar-se “de mais uma afirmação da aposta do atual Executivo camarário na qualidade de vida das Zonas Altas do Funchal.

Foram 35 projetos concretizados em cerca de meio ano, que já permitiram ultrapassar os números atingidos no ano passado e que traduzem bem o nosso compromisso em fazer cada vez mais e melhor, respondendo às necessidades desta população. Mais do que a qualificação urbanística e habitacional que é necessária ao Funchal, este é um investimento na qualidade de vida das pessoas.”

Os 35 projetos entregues este mês dividiram-se da seguinte forma: 14 projetos de arquitetura, 9 projetos de acessibilidades, 6 projetos de águas e esgotos, 5 projetos de betão armado e 1 propriedade horizontal.

Paulo Cafôfo destaca o facto de serem “projetos adaptados à realidade de cada família. Tendo consciência das necessidades socioeconómicas existentes, os projetos preparados pelos nossos técnicos têm sempre em conta que é preciso fazer uma intervenção que seja uma mais-valia, mas que seja igualmente acessível para quem vai fazer a obra. Este planeamento responsável é outra ferramenta determinante no sucesso final. A proximidade é aqui o elemento-chave.”

 

O Presidente lembrou, por fim, a importância de valorizar as Zonas Altas da cidade e o trabalho que o Executivo em funções tem em curso, ao nível das Obras Públicas: “Definimos que melhorar a qualidade de vida nas Zonas Altas do Funchal era o grande objetivo deste último ano de mandato e serão 4 milhões de euros de investimento em acessibilidades, saneamento básico e melhoramento de espaços públicos nestas zonas, fazendo tudo ao nosso alcance para mitigar este desafio histórico que são as assimetrias do concelho.”