Rui Barreto fez eco de preocupações dos moradores do Monte sobre obra no Largo da Fonte

Rui Barreto esteve sexta-feira no Monte e, em declarações aos jornalistas, fez eco das preocupações que lhe foram manifestadas por moradores da localidade sobre a pretensão do Governo Regional abrir o referido Largo para a realização de obras no canal do ribeiro.
A generalidade dos moradores reconhece que o canal precisa de obras de recuperação, mas questiona – e muito – a necessidade de abrir o largo, desconfiando mesmo que o Governo Regional tenha projectado para ali uma intervenção tão polémica como a que acontece nas ribeiras do Funchal.
“Se temos uma telha partida, não mudamos o telhado todo”, enfatizam.
Há mesmo um morador que chega a exibir ao candidato a portaria com o valor da obra, 1 milhão e 200 mil euros, e pergunta o porquê de “tanto dinheiro para uma obra que deveria ser mais simples”, salienta um comunicado do CDS.
Por ora, o Governo recuou e as obras já não se iniciam no prazo previsto. O tapume chegou a ser instalado no Largo da Fonte, mas foi retirado, o que leva Rui Barreto a questionar a segurança das populações que o Governo invoca para justificar a envergadura da obra. Além do mais, o candidato do CDS-PP lembra que o planeamento desta obra foi mal feito, porque iria prejudicar a tradicional Festa de Nossa Senhora do Monte, celebração que há um ano foi cancelada devido aos incêndios.
Olhando noutra direcção do Largo da Fonte, Rui Barreto apontou o dedo à Câmara Municipal do Funchal por ter decidido impedir a passagem do autocarro no tabuleiro da ponte de acesso ao Colégio do Infante, prejudicando a mobilidades dos alunos. Em contrapartida, assiste-se ao estacionamento desordenado de viaturas em cima do tabuleiro da ponte, salienta o CDS.