
Seis torres de vigilância, 60 postos móveis, Corpo de Polícia Florestal e Vigilantes da Natureza compõem a estratégia da Região para uma observação mais atenta das serras da Madeira, num período crítico em que as temperaturas sobem e, com isso, dão lugar a uma maior exigência no que toca à deteção de focos de incêndio que possam surgir.
Os elementos do Corpo de Polícia Florestal e funcionários do IFCN,IP-RAM asseguram, acima da cota dos 700 metros, uma vigilância contínua de 24 horas, desde o passado dia 15 de Junho até ao dia 15 de Outubro, período que decorre o POCIF (Plano Operacional de Combate aos Incêndios Florestais – 2017″.

A secretária regional do Ambiente e Recursos Naturais foi hoje ao Porto Moniz dar uma palavra de confiança aos homens que estão no terreno, visitando na oportunidade a Torre de Vigilância do Cabeço da Quebrada.
Susana Prada lembra que “a segurança começa em cada um de nós, em cada um dos madeirenses”, sublinhando ainda que “o sucesso da extinção de um incêndio está na redução do tempo de intervenção: quanto mais cedo for detectado menor a propagação”.
Esta visita teve como objectivo “observar o dispositivo de vigilância fixa e móvel a incêndios florestais implementado pelo Corpo de Polícia Florestal durante o Plano Operacional de Combate aos Incêndios Florestais (POCIF – 2017).
O Instituto das Florestas e Conservação da Natureza, IP-RAM, foi a entidade que concebeu o Plano de Prevenção e Vigilância aos Incêndios Florestais (PPVIF), documento que define as estratégias de vigilância aos incêndios florestais.
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