Jorge Jacinto é o nome do ‘Mais Porto Santo’ para a Assembleia Municipal

Jorge Manuel da Rocha Jacinto é o nome proposta pelo movimento ‘Mais Porto Santo’ para a Assembleia Municipal e defende que “é preciso dignificar e devolver o respeito à Assembleia Municipal!”

Militar de carreira na situação de Reserva desempenhou no Porto Santo as funções de Patrão Mor na Autoridade Marítima.


Com o nascer do Movimento ‘Mais Porto Santo’, entendeu que podia dar o seu contributo pois considera prioritário que se deve dignificar ao máximo o órgão Assembleia Municipal.
 
“Nos últimos 4 anos segui de perto os trabalhos da Assembleia e o pude observar até agora é uma falta de educação e de respeito, nomeadamente da parte da Câmara, para com este órgão. O que se tem passado é uma vergonha para todos os envolvidos e para o Porto Santo e só leva ao descrédito e a que o cidadão comum deixe de estar motivado para participar e ir às assembleias porque o que ali vai ver e ouvir são ataques pessoais e nada mais”, revela em comunicado. 
Segundo o candidato, estas situações têm de acabar e dar lugar ao respeito entre todos os seus elementos. Ao mesmo tempo, e exercendo o direito de fiscalização sobre a Câmara Municipal, revela que não se pode deixar de estar de porta e mente abertas para que tudo aquilo que se faça seja em prol do Porto Santo e não em prol de A ou B. 
“Entendo que tenho à vontade, espírito de liderança e capacidade para assumir esse papel. E de o fazer sem ter de estar subserviente a um qualquer partido pelo que depois de eleito, a primeira coisa que irei fazer é reunir de imediato com os deputados municipais eleitos pelos vários partidos e lembra-lhes que eles foram eleitos para resolver os problemas do Porto Santo, para votar a favor ou contra as propostas do Município do Porto Santo, para chamar a atenção para algo que considerem estar errado, mas sem partir nunca para ataques pessoais”, acrescenta. 
Por isso compromete-se a propor que o espaço para os cidadãos falarem não seja no final de cada sessão, para obrigar as pessoas, nomeadamente o presidente da Câmara e os vereadores, a permanecer na reunião e a ouvir e a responder às questões da população.