
A voz da criança ainda não se faz ouvir na sociedade. E o direito a brincar é cada vez mais esquecido. Foram estas as idéias chave que a Associação União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) transmitiu na iniciativa que hoje, Dia da Criança, levou a efeito no Jardim Municipal do Funchal, alertando todos aqueles que por ali passavam sobre os direitos das crianças.
Carina Teixeira, em nome da UMAR, diz que “é fundamental as crianças terem direitos e não apenas deveres. O direito a brincar é, cada vez mais, um direito esquecido, pois com o passar dos anos as crianças são expostas a um maior número de responsabilidades como a escola e as atividades extracurriculares. Ser criança deveria ser então sinónimo de ”desapego de preocupações”. Outro direito que deve ser discutido , segundo afirmou, é o direito da participação e da expressão porque “hoje em dia há muitos entraves em ouvir uma criança. Para que os direitos das crianças façam sentido na sociedade é necessário que os pais sejam informados e estejam atentos”.
A UMAR defende ainda outros tipos de direitos como: direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade; direito à educação gratuita e ao lazer infantil; – direito à educação e a cuidados especiais para a criança física ou mentamente deficiente.
Margarida Silva e Diana Ferraz (texto)
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