Rubina Leal critica CMF e diz querer devolver dinâmica aos bairros sociais

A candidata social-democrata à CMF, Rubina Leal, quer devolver a dinâmica aos bairros sociais que considera ter sido interrompida pelo actual executivo camarário. Durante a iniciativa ‘O Nosso Bairro’ que decorreu ontem à tarde em Santo Amaro, Rubina Leal referiu que aquilo que se assiste neste momento é “um autêntico fracasso” das políticas sociais que são desenvolvidas pela CMF.

“A Câmara tem o programa ‘Preserva’, através do qual só foram apoiadas 12 famílias, e o programa ‘Câmara à Porta’ em que só foram apoiadas seis famílias” disse, sublinhando que estes resultados significam que não se pode dar continuidade a este tipo de programas.

“Temos que ouvir as pessoas”, alertou a candidata, dizendo que é essencial escutar os moradores e as instituições locais para perceber quais os melhores programas a implementar, com vista a aumentar a qualidade de vida e o bem-estar dos habitantes dos nossos bairros.

“Aquilo que pretendo é voltar a dar a dinâmica a todas as nossas estruturas sociais trazendo mais pessoas e sobretudo aumentando cada vez mais as competências e ajudando as nossas famílias”, afirmou.

Rubina Leal diz que quer dar continuidade às políticas e aos projectos sociais que iniciou nas duas vereações do PSD, lembrando o “sucesso” de programas como o Programa Educação para de Cidadania, o Programa de Promoção para a Leitura, e a abertura e dinamização dos vários centros comunitários e ginásios.

No debate participaram como oradores Marta Perestrelo, terapeuta familiar e Luísa Santos, presidente da Associação Portuguesa de Mediação Familiar no Funchal, tendo como moderador Marco Bragança, professor na Associação Garota do Calhau.


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