
“Como não tem nada para mostrar”, prossegue Rui Abreu, “o JPP passa o tempo a fazer marcação cerrada à saída das missas, usando a ladainha habitual do coitadinho que já não convence ninguém. Nem os próprios e muito menos os cidadãos que, coitados, semanalmente, são quase obrigados a ouvir a mesma conversa de sempre”.
Rui Abreu acusa o JPP de falar de impostos criados quando foi o primeiro a criar uma nova taxa turística sobre as dormidas nos hotéis do concelho, sem que se perceba a sua finalidade e os seus benefícios para os hoteleiros, para os comerciantes e para a população em geral, nem para onde vai o dinheiro desta taxa.
Considerando “useiro e vezeiro” o partido “no anúncio de uma famigerada obra social que desenvolve, mas que, na realidade, não existe”, o secretário-geral do PSD refere que “todos sabem que a Câmara de Santa Cruz é a única na Região que não apoia uma única instituição seja ela de índole social, cultural ou desportiva”.
Quanto à dívida que o JPP diz combater, refere o PSD, “o JPP limitou-se a empolar os orçamentos do município, uma tentativa vã de disfarçar a sua inércia e a incapacidade de resolução dos problemas, tentando atirar areia para os olhos de todos”.
“O PSD compreende o nervosismo do JPP, agora transformado em partido político. Na verdade, certas negociatas obrigam a sacrifícios infantis com o intuito de ganhar outros dividendos políticos. Infelizmente para o JPP, ninguém anda aqui distraído”, garante Rui Abreu.
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