Com o Domingo de Ramos que se assinalará no dia 9 de abril tem início a Semana Santa, um tempo muito especial para os católicos.
As cerimónias litúrgicas que se realizarão no próximo domingo em todas paróquias integram a bênção dos ramos de oliveira, seguida de procissão e da Missa.
O Domingo de Ramos celebra a entrada triunfal de Jesus Cristo, em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, a Morte e a Ressurreição.
Este domingo é chamado assim, porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão por onde Cristo passaria montado num jumento. Com isso, Ele despertou, nos sacerdotes da época e mestres da Lei, inveja, desconfiança e medo de perder o poder. Começa, então, uma trama para condená-Lo à morte.
A liturgia dos ramos não é uma repetição apenas da cena evangélica, mas um sacramento da fé dos cristãos na vitória do Cristo na história, marcada por tantos conflitos e desigualdades.
Nesse dia às 10h30 na Igreja do Colégio serão benzidos os ramos. Depois haverá a procissão até à Se onde será celebrada a Eucaristia As celebrações serão presididas por D. António Carrilho, Bispo do Funchal.
No Domingo de Ramos na paróquia do Carvalhal, situada na freguesia dos Canhas irá decorrer a bênção dos ramos, na escola local às 8h30 seguida de procissão e Eucaristia na igreja.
O Evangelho será encenado por um grupo de paroquianos recriando a Paixão e Morte de Cristo.
Também no Domingo de Ramos no adro da igreja dos Canhas irá ser celebrada a Missa às 10h30 sendo o Evangelho encenado por um grupo de trinta paroquianos e paroquianas evocando a Paixão de Cristo narrada no Evangelho desse domingo.
No próximo domingo na igreja da Graça, situada na freguesia de Santo António, irá ser celebrada a missa às 10 horas na qual serão benzidas a nova imagem do Senhor Morto e também o pálio roxo que sairão na procissão do Enterro do Senhor na Sexta-feira Santa, após a celebração da Paixão ás 14 horas.
Será a primeira vez que se realiza aquela procissão na paróquia da Graça.
A imagem e o pálio foram oferecidas por duas famílias daquela comunidade paroquial.
O pálio é um tecido que é sustentado por quatro ou mais varas, sendo usado em cortejos ou procissões para abrigar o sacerdote em questão ou o Sacramento que está a ser transportado.
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