
Na Zona Velha da Cidade, a esplanada e a ementa de um restaurante da Rua de Santa Maria, quase que tapam o Passo processional.
Já aqui alertámos para a ocupação das ruas pelas esplanadas mas este caso é flagrante.
O Passo Processional do século XVIII é um dos dois que nos restam. Trata-se de uma peça raríssima de mobiliário urbano-religioso.
A ementa do restaurante vizinho quase que entra pelo Passo adentro, como se o Cristo crucificado tivesse fome.
Terceiro Mundo? Compete à fiscalização intervir. Não crucifiquem é o mensageiro!
Sabemos que há regras ou normas orientadoras para uma zona que pode e deve ser exemplar em termos de turismo citadino.
Ordene-se desde letreiros, candeeiros, expositores para postais, portas, mobiliário urbano uniforme, vasos para plantas, iluminação, placas para nivelamento do piso, guarda-sóis, etc.
E se houver um incêndio? Os transeuntes ainda conseguem fazer gincana por entre as cadeiras, mesas e tapa-sóis mas será que os carros de socorro e emergência conseguem?
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