Escola Bartolomeu Perestrelo testa Plano de Emergência

A Escola Básica dos 1.º, 2.º e 3.º Ciclos com Pré-escolar Bartolomeu Perestrelo realizou, na manhã de segunda-feira passada, um simulacro de incêndio, testando o seu Plano de Emergência. Estiveram presentes neste exercício diversos agentes da Protecção Civil e observadores externos, estes últimos com o objectivo de avaliar a intervenção dos meios de socorro, bem como o comportamento das equipas de segurança e utentes do edifício numa situação de emergência.

Segundo refere uma nota de imprensa, foram simulados um incêndio num laboratório de química do 3.º piso do edifício, com a ocorrência de uma vítima de queimaduras e de um desaparecido. Os Bombeiros Voluntários do Funchal estiveram envolvidos na busca e salvamento e no combate às supostas chamas, numa operação que serviu também de treino dos seus procedimentos operacionais. Na zona limítrofe da escola, o trânsito foi momentaneamente condicionado pela PSP, simulando também uma situação real.

Na posterior avaliação do simulacro, foi relevada pelos diversos agentes e observadores (PSP, Bombeiros, Serviço Municipal e Regional de Protecção Civil e SRE) a importância destes treinos para todos agentes envolvidos, bem como o adequado comportamento dos alunos, docentes, não docentes e equipas de segurança durante e após a situação de emergência, prossegue o comunicado.

Estiveram envolvidas neste simulacro cerca de 900 pessoas, entre adultos e alunos, sendo estes de idades compreendidas entre os 4 e os 16 anos, uma vez tratar-se de uma escola integrada com alunos desde o Pré-escolar ao 9.º ano.

Para além da sua obrigatoriedade legal, estes exercícios e simulacros são muito importantes no sentido de treinarem e aferirem todos os procedimentos de emergência, processos conducentes a que toda a comunidade escolar esteja o melhor preparada possível para agir em caso de incêndio nas suas instalações, salienta o gabinete do secretário da Educação. São determinantes ainda para consciencializar e fomentar uma crescente cultura de segurança. Nesta missão, os docentes com o cargo de Delegados de Segurança nas escolas têm desempenhado um papel preponderante, permitindo que as questões dos riscos mantenham-se um assunto “vivo” nas escolas.