Delegação Regional da Madeira da Federação Portuguesa de Halterofilismo empossada no Carvalheiro

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O presidente da Federação de Halterofilismo de Portugal, Vítor Estêvão, deu posse ontem, terça-feira, de 2017, aos órgãos sociais da Delegação Regional da Madeira, no Pavilhão
Multiusos do Carvalheiro (Monte), sendo esta a sede provisória da Delegação.
Esta delegação é presidida por Emanuel Vieira acompanhado dos seguintes elementos: Guilherme Gomes (director-Geral), Filipe Teles (director-adjunto), Pedro Delgado Gomes (secretário), André Pereira da Silva (tesoureiro) e Jorge Leão de Sousa (vogal).
Presentes na cerimónia estiveram o director regional de Juventude e Desporto – David Gomes, a vice-presidente da Câmara Municipal do Funchal, Idalina Perestrelo, e o presidente do Clube de Futebol Carvalheiro, Pedro Araújo.

Na ocasião,o presidente da Federação, Vítor Estêvão, referiu que esta foi, das delegações que estão em conversações para serem criadas, a que começou mais tarde no processo e a primeira a ser efectivamente formada. Do seu ponto de vista, isto advém do facto de ver constituída uma equipa muito organizada e motivada, e que dará tudo o apoio possível para que a modalidade cresça a nível regional.

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Já o presidente da Delegação Regional da Madeira, Emanuel Vieira, agradeceu à CMF e DRJD, e também à equipa que aceitou fazer parte deste projecto, proferindo, no essencial, as seguintes declarações:
“Este desafio, que tem origem na vontade de competição dos atletas que já praticam a
modalidade através do CrossFit, e impulsionado pelo Pedro Araújo (que desde já aproveito para agradecer o seu empenho pessoal), é um novo mundo de possibilidades entusiasmantes. Isto porque o halterofilismo é um desporto de superação individual, em que através de resiliência e muito treino, nenhum objectivo é impossível.”

“Obrigatoriamente”, declarou, “o trabalho desta direcção passará por três momentos. No curto-prazo, na promoção das acções de formação – para treinadores e árbitros – junto das entidades que queiram desenvolver a modalidade. No médio prazo, ter uma competição regional regular, em todo o arquipélago, e que daí brote a respectiva associação regional. A terceira e última etapa é aquela que não dependerá só dos dirigentes, mas sobretudo dos próprios atletas, pois a visão é de que, se os primeiros dois momentos forem bem conseguidos – formação e competição – que existam de facto atletas dedicados, que elevem o nome da região além-mar, sendo apenas o ouro olímpico o limite.”
As entidades oficiais presentes, que também usaram da palavra, congratularam-se pelo
nascimento desta delegação, que se disponibilizam a apoiar dentro dos quadros definidos nas respectivas instituições. A cerimónia terminou com um Madeira de Honra.


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