Presidente da Câmara do Porto Santo pergunta pelas obras na escola e questiona prioridade anunciada por Albuquerque

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Menezes de Oliveira lança um alerta ao Governo Regional e quer saber quando começam as prometidas obras na Escola do Porto Santo.

O presidente da Câmara Municipal do Porto Santo está preocupado com a situação relacionada com as obras na Escola Básica e Secundária Dr. Francisco Freitas Branco,  já há muito anunciadas pelo governo, sobretudo depois das últimas chuvas, que voltaram a revelar a situação de degradação das instalações.

Menezes de Oliveira quer respostas concretas do Governo Regional sobre as obras “para que uma vez mais não se fique com a sensação de que o Governo promete muita coisa e raramente cumpre”. O autarca lembra que tanto o Presidente do Governo como o secretário da Educação já revelaram a intenção de renovar a escola, inclusive já afirmaram que estava inscrita uma verba para o efeito no Orçamento Regional, já foram adiantados montantes, primeiro num valor e depois noutro, que acabaram por demonstrar uma atitude titubeante do governo perante uma matéria de grande importância para o Porto Santo em geral e para a comunidade escolar em particular”.

O presidente da Câmara não só não sabe como está a estratégia do Governo sobre esse assunto, como também se interroga sobre as intenções governamentais neste momento, uma vez que “primeiro o governo anunciou que iriam ser instalações novas e depois já parece que só acontecerão obras de melhoramento, criando expetativas que depois não se concretizam. É preciso clarificar de uma vez por todas esta situação, para que a população do Porto Santo fique a saber com o que conta por parte do Governo, neste caso concreto no que à escola diz respeito”.

Com mais um ano letivo a meio, Menezes de Oliveira diz que, de acordo com aquilo que tinha ficado estipulado, as obras “já deveriam ter começado”. O que se vê, diz, “é que aquilo que o governo diz que vai fazer, não é o que faz”.  Afirma estar a expressar a preocupação da população do Porto Santo, para mais “depois das chuvas intensas dos últimos dias, que acabaram por colocar alguma apreensão em termos de segurança, em todo o pessoal que frequenta aquele estabelecimento de ensino, desde o alunos aos professores, passando pelos funcionários”.

O responsável pelos destinos da autarquia da ilha dourada, não tem dúvidas e lança um alerta ao governo para a situação, sublinhando que “o Porto Santo precisa de uma escola condigna e merece uma atenção, sobretudo o cumprimento das promessas feitas. Para não ficarmos com a ideia que, mais uma vez, foi adiado um investimento no Porto Santo, como acontece com outras situações como as acessibilidades. Isto contrasta com a promessa feita pelo Presidente do Governo, que o Porto Santo iria estar nas prioridades deste governo”.