
Era uma figura típica da Zona Velha da cidade do Funchal. Vendia, sobretudo, toalhas e meias.
Chamava-se Zeca, era comerciante/feirante e poeta popular (“Zeca da banha”, como era carinhosamente tratado e conhecido por muitos).
No último sábado, dia 21 de janeiro partiu na última viagem.
Já na década de 80 era comerciante no Largo do Pelourinho.
Mais tarde e durante muitos anos fixou-se na esquina da Rua da Boa Viagem, com a Rua de Santa Maria.
Era um conversador, educado, humilde e de trato fácil. O Funchal perde uma referência, uma figura típica da cidade.
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