Fotos Rui Marote
A primeira sessão plenária de 2017 da Assembleia Legislativa Regional ficou marcada, no período de antes da ordem do dia, pela troca de cortesias da parte dos mais diversos deputados uns para os outros e até para com os jornalistas, com todos a fazerem questão de desejar “um bom ano”. Mesuras à parte, uma das intervenções iniciais foi da deputada do JPP, Patrícia Spínola, que abriu as intervenções políticas do novo ano desejando que em 2017 haja um maior foco “nas pessoas e menos na burocracia”.
Referindo-se às “novas lutas de 2017”, umas de carácter internacional com carácter ainda imprevisível, outras nacionais, a parlamentar considerou que por cá, na RAM, as expectativas andarão à volta das remodelações do Governo Regional e até na Assembleia, mas em foco estarão, sobretudo, os confrontos no contexto autárquico.
Abordando também a eleição de António Guterres para secretário geral da ONU, mostrou esperar grandes coisas do desempenho do ex-primeiro-ministro português no âmbito da diplomacia internacional.
Abordada também por Patrícia Spínola foi a questão da paridade, considerando que ainda há um défice significativo na representação feminina em muitos órgãos, entre os quais a Assembleia Legislativa Regional, “que tem neste momento onze mulheres num total de 47 deputados”.
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